É, não é simples vencê-los, sempre farão parte das nossas vidas, o que serve de consolo, é que nos resta à alternativa de fazer piadas jocosas dessas criaturas quase divinas, eles nunca percebem, são muito sérios para isso. Claro, faço uma ressalva para aqueles que não fazem isso por mal, mas sem querer mesmo. Na faculdade tive o prazer de estudar com uma gaúcha da gema, que tomava chimarrão e tudo, entre um chimarrão e outro ela também bebericava umas pequenas doses de conteúdo alcoólico, o que garantia alegria para toda sala, com seus comentários sempre divertidos. Numa aula de língua portuguesa a professora colocara na lousa a seguinte frase: “Está chovendo muito” e perguntou qual advérbio, e a gaúcha respondeu com toda pompa, ciente do que estava falando, “Advérbio de tempo professora, pois está chovendo”, que saudade da gaúcha, sabia das coisas, sabia da vida, sabia ser feliz, não é como esses “sabe-tudo”, que no fundo, não sabem o quanto é bom fazer silêncio às vezes.
26 de mai. de 2009
O Sabe Tudo
É, não é simples vencê-los, sempre farão parte das nossas vidas, o que serve de consolo, é que nos resta à alternativa de fazer piadas jocosas dessas criaturas quase divinas, eles nunca percebem, são muito sérios para isso. Claro, faço uma ressalva para aqueles que não fazem isso por mal, mas sem querer mesmo. Na faculdade tive o prazer de estudar com uma gaúcha da gema, que tomava chimarrão e tudo, entre um chimarrão e outro ela também bebericava umas pequenas doses de conteúdo alcoólico, o que garantia alegria para toda sala, com seus comentários sempre divertidos. Numa aula de língua portuguesa a professora colocara na lousa a seguinte frase: “Está chovendo muito” e perguntou qual advérbio, e a gaúcha respondeu com toda pompa, ciente do que estava falando, “Advérbio de tempo professora, pois está chovendo”, que saudade da gaúcha, sabia das coisas, sabia da vida, sabia ser feliz, não é como esses “sabe-tudo”, que no fundo, não sabem o quanto é bom fazer silêncio às vezes.
19 de mai. de 2009
Parabéns
Eu poderia estar roubando, matando, vendendo o meu corpo, realizando atividades ilícitas, mas não, estou aqui, escrevendo essa crônica, como uma pessoa boa que sou, há controvérsias eu sei, mas em todo caso estou aqui, de cara limpa (acabei de lavar na pia do banheiro), então espero que leia essa crônica especial até o fim, assim irá contentar-me por demais.Especial porque não se trata de qualquer crônica, mas sim, uma comemorativa, de um ano de blog. Pode acreditar, nesse dia 18 fez um ano que ocupo esse espaço, às vezes mais acessado, às vezes não. Depende muito da minha capacidade de escrever coisas boas, algo que nem sempre consigo, nem eu, e nem o Luis Fernando Verissimo.
Ignore essa última frase, foi muita imbecilidade minha. É claro que eu sempre escrevo coisas boas e o Verissimo não. Ops! Ao contrário, ele que sempre escreve coisas boas, afinal, não é a toa que o chamo carinhosamente de “Pai de Todos”, nunca erra, eu pobre mortal sim. Mas às vezes fico me perguntando, se com ele rola também aquele frio na barriga, quando ta chegando o dia de publicar seu texto, se dá um branco nas idéias, se sente àquela cólica sem causa, tudo por conta daquela dúvida mortal, “O que vou escrever essa semana?”.
Aliás, esses sintomas, estão acontecendo numa maior freqüência, sendo que quando comecei este blog, era apenas quinzenal, e por forças do destino e compromissos de publicar também em outros blogs parceiros, tornou-se um blog semanal. Escolhi escrever aqui todas as terças de propósito, já que o Luis Fernando Veríssimo também publica suas crônicas no jornal Zero Hora no mesmo dia, e também de quebra, um dia antes, dá para ler o super-talentoso Lula Vieira, que escreve toda segunda no Jornal Propaganda e Marketing. Sem a dose semanal de alegria que eles me dão ao ler seus respectivos textos, jamais conseguiria me enveredar por essas linhas.
Aqui tento relatar tudo o que acontece ao meu redor, comigo, ou, com os outros, como eu vejo o mundo daqui desse lado do computador, um mundo cheio de qualidades, e com pouquíssimos defeitos. Um deles é não transformar o Brasil na capital oficial do mundo, não restam dúvidas que aqui é o lugar mais legal de todo planeta, pergunta para o Dunga, que até conseguiu ser técnico da seleção brasileira.
Não lembro exatamente porque coloquei o nome do blog de: “Eu vivi, eu vi, ou eu ouvi”. Aqui em casa, esse nome virou motivo de chacota. Minha irmã perguntou por que então não coloquei, “O Vovô Viu a Vulva da Vovó”, ou “O Rato Roeu a Roupa do Rei”. Do jeito que ela fala, até parece que ao invés de postar crônicas, irei ensinar fonética.
Mas o fato é que aqui estou e pretendo continuar por mais tempo. O que posso projetar para o próximo ano e de certa forma prometer, é evitar citar o Corinthians e o Lula, que tem sido vítimas dos meus comentários sem graça. Uma porque sou corintiano e outra porque também voto no Lula.
Até agora já são 54 pessoas bondosas seguidoras desse blog, outras tantas que acredito, preferiram não assumir publicamente que leêm esse espaço, sem esquecer os parceiros, que tem seus links aí do lado. E um montão de amigos que deram a maior força, com seus incentivos para eu escrever aqui. Para todos vocês, tenho que dizer que devo muito, e só peço um favor, não cobrem, pois não tenho da onde tirar grana para pagar todos vocês.
Agora vou lá enxugar as lágrimas. A emoção tomou conta de mim... Se perguntarem aqui, digo que estava descascando cebolas. Até semana que vem e que venha mais um ano.
12 de mai. de 2009
Andale, Andale, Arriba, Arriba.
Nunca notícias vindas do México me assustaram tanto, como essa da Gripe Suína. Nem mesmo com a trilogia de Maria Mercedes, Marimar e Maria do bairro fiquei tão horrorizado, apesar de ter assistido todas. Essa gripe é rebelde, mais que o grupo homônimo vindo de lá. Ninguém esperava e o vírus já avançava fronteiras à outros países, que antes só o Chaves conseguira. Derrepente estávamos todos embarcando nesse carrossel de terror, que nem mesmo a professorinha Helena, achou jeito de acalmar seus amáveis aluninhos, pelo menos a maioria deles, pois para mim quem começou com essa gripe foi a Maria Joaquina, e colocou toda culpa no pobre Cirilo.
Também cheguei a suspeitar que a gripe viera dos torcedores do Palmeiras, óbvio que uma mente abobada como a minha e Corinthiana, mistura assuntos sérios com provocações do futebol.
Para aliviar a pobre vida dos porquinhos, ameaçados de sacrifício, mudaram o nome da gripe; Não é mais "Gripe Suína", agora se chama H1N1, aliás, como é complicado pronunciar esse nome, se passar por um médico, melhor avisar que está com suspeita da gripe suína, ou ele achará que você estará jogando batalha naval.
Os Mexicanos dizem que não sabem, já os americanos estão quase devolvendo a Califórnia, com o Zorro e tudo. Os evangélicos estão dizendo que é praga de Deus à este mundo mundano, já os descrentes estão procurando algum trecho qualquer nos fragmentos de textos do Nostradamus, prevendo a gripe, igual ele previu a queda das Torres Gêmeas e a do Corinthians para série B do Brasileirão ( viu? também tiro onda do meu time).
Nessas horas é bom ouvirmos nossas lideranças, até para termos um norte à seguir, ainda mais para um assunto tão sério como esse, que tomou conta de manchetes nos jornais, blogs e da fundamental conversa de bar. Até a crise mundial virou fichinha para a gripe. Crise, que para o Lula, teria reflexo no Brasil apenas como uma marolinha. E a gripe? Seria apenas um resfriado de leitãozinho? Imagino o Lula, desesperado com estas primeiras confirmações da gripe no Brasil, levantar as mãos para o céu e clamar, “E agora, quem poderá nos defender?"
Se o Chapolin Colorado não estiver gripado, já sabemos a resposta.
Até a próxima semana! E siga-me os bons !!!
5 de mai. de 2009
Matando o Tempo

Hoje é terça-feira, e como ritual tenho que postar aqui mais uma crônica, com meus pensamentos, sobre as coisas que vivo, ou vejo os outros viverem. Mas sabe quando a idéia não vem? Você senta, escreve uma linha, depois risca, escreve outra e rabisca também, até entender, que na verdade você não sabe exatamente o que escrever. Hoje está sendo assim, tenho certeza que essa folha em branco, está me chamando de cabeça vazia, ou cabeça de vento, está rindo de meu momento sem idéias. Dá até vontade de escrever um palavrão nela, mas melhor não provocar.
Eu bem que poderia falar, sobre o fato da crise mundial, torna-se menos assustadora que a gripe suína; Sobre o Fernando Lugo, ex-bispo, agora Presidente do Paraguai, vendo-se com um monte de filhos para assumir, feitos no seu período religioso. O Ratinho bem que poderia dar uma força para essas mães, já que ele voltou ao ar, com seus exames de DNA, pois aí tem café no bule.
Nesses momentos tento fugir da rotina, fico caçando o que fazer e como não achei nada que conseguisse escrever, comecei a ligar para as rádios, aqui em São Paulo, a única que consegui falar, foi na Gazeta FM, 88,1. Atenderam-me super bem, achei ótimo, é a primeira vez que consigo ligar numa rádio, iria entrar ao vivo, e para isso a atendente, solicitou que informa-se qual música iria pedir no ar, disse que queria ouvir Metallica, a moça com toda educação do mundo, me informou que a Rádio não toca esse estilo musical, então pedi Phil Collins, a ligação caiu subitamente.
Então fui zapear a TV, fuçar a internet, procurar notícias. Porém uma delas chamou-me a atenção e tem haver com nossas impressões digitais, que está cada vez mais em voga no mundo tecnológico, hoje já é comum você ter acesso a um prédio, através de seu dedão, é só encostá-lo no leitor e pronto. O mesmo vale para fazer aulas na academia, na auto escola, acessos a eventos esportivos e etc.. Até aí achei muito interessante, mas agora, ainda há a possibilidade de se fazer pagamentos via impressão digital. Estou preocupado, sério mesmo, daqui a pouco só sairei na rua usando luvas blindadas, imagina você, se vira moda o roubo de dedos? Idealiza eu indo na delegacia para fazer o B.O
- Seu guarda, roubaram meu dedão.
- E como ele era?
- Igual a esse outro.
Não sei se parece-me uma boa idéia, mas se me roubarem um dedo, eu faço um pedido ao ladrão, que leve o dedo mindinho, já que não sei para que ele serve, a não ser para cutucar meu ouvido. Tranquilo, pode levar, o Lula mesmo é presidente sem ele.
Bom, você viu o quanto eu enrrolei? colocando em risco meu muitos ( leia-se poucos ) leitores, conquistados com tanto custo ( leia-se, com propaganda no orkut ). Na próxima semana prometo que você gastará melhor seu tempo aqui, claro se houver a próxima semana. Abraços
Quem sou eu
- José Carvalho Neto
- Publicitário, que ama o Corinthians, é viciado em café, ama ouvir Red Hot Chili Peppers, mas no fundo é Indie mesmo. Libriano, filho da Neusa e do José, que acredita que seu número da sorte é o 3, prefere a cor laranja e que escreve coisas que vive, ouve ou vê!!!